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Praga de lagartas invade o Colégio. Ou fomos nós que invadimos o espaço delas?


Na sexta-feira (25/03) uma quantidade significativa de lagartas se espalhou por todo o pátio e quadra da nossa escola. Isso se deve à época de reprodução da espécie, o que ocorre há milhares de anos. Entretanto, alguns empecilhos apareceram na vida destes animais: a ação humana. Alunos e funcionários do CESC assassinaram descaradamente dezenas de insetos inocentes, que mal nenhum nos causam. Os cadáveres dos pobres invertebrados atrairam uma nuvem de moscas que nos causou muito incômodo. Uma atitude irresponsável por parte de nós humanos gerou um problema ainda maior.


Alunos do CESC poluem o bairro São Cristóvão

Na quinta-feira (24/03) alunos do turno da tarde poluíram a frente da nossa escola na Rua das Borboletas com pedaços de isopor. O ato ocorreu no horário de saída, o isopor descartado por eles eram partes de maquetes produzidas pelos próprios para fins escolares. Diga-se de passagem, estavam muito bem-feitos.
 
O Grêmio Estudantil Mega Mudança e a direção do Colégio Estadual São Cristóvão repudiam qualquer ato de desrespeito ao meio ambiente e à população.





Tartaruga nasce com duas cabeças e cinco patas na Eslováquia

Quelônio nasceu há sete semanas em Zilina.
Ela ganhou dois nomes: Magda e Lenka.

Tartaruga que nasceu com cinco patas e duas cabeças é mostrada em Zilina, na Eslováquia, nesta segunda-feira (7).

 A tartaruga-de-esporas-africana (Geochelone sulcata) foi batizada com dois nomes: Magda (cabeça da esquerda) e Lenka.

 Ela tem sete semanas.  
(Fotos: Reuters)

Tartaruga é salva após levar tiros de espingarda

Uma tartaruga marinha do sexo masculino, com mais de 113 quilos, está recebendo tratamento no conhecido parque aquático SeaWorld, em San Diego (EUA), após ser atingida por bagos de chumbo em um ataque com espingarda de caça.
Batizada de Bruce e com pelo menos 50 anos de idade, a tartaruga foi encontrado em estado grave na baía de San Francisco, em 25 de janeiro. Estava desidratada e abaixo do seu peso normal.
Segundo veterinários, Bruce é um dos raros machos entre as cerca de 50 tartarugas marinhas que vivem na região. 

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Em 20 anos, chocolate será mais caro que caviar

Como lidar com tantas varáveis e evitar a extinção total do chocolate?

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Harry Potter é culpado por extinção de corujas na Índia

O ministro do Meio Ambiente indiano Jairam Ramesh culpou os fãs de Harry Potter pelo desaparecimento das corujas selvagens no interior do país, afirmando que as crianças agora as caçam para tê-las como animais de estimação, imitando o bruxo da série de livros ingleses.

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Amazônia ganha 1 nova espécie a cada 3 dias

A enorme biodiversidade da Amazônia é velha conhecida dos cientistas, mas agora eles estão mais próximos de quantificá-la. Um novo relatório mostra que, entre 1999 e 2009, foram registradas 1.222 novas espécies na região --o equivalente a um novo achado a cada três dias.
Isso significa que, sozinha, a floresta amazônica revelou mais espécies do que a soma de outros biomas reconhecidamente biodiversos, como Bornéu e a bacia do rio Congo, no mesmo período. 
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Fotógrafo captura gnu perseguindo leoa

Um fotógrafo especializado em vida selvagem capturou o momento em que um gnu, um tipo de antílope que habita as savanas africanas, reage ao ataque de uma leoa, colocando-a para correr.

Fotógrafo captura gnu perseguindo leoa

A série de fotos, tiradas por Paul Goldstein, começa com a leoa atacando um grupo de gnus no Quênia. Pouco depois, um gnu ferido fica para trás do grupo, separado da leoa e três de seus filhotes por um pequeno córrego.
O felino salta para atacar o animal ferido, mas, surpreendentemente, os papeis se invertem e o antílope passa a perseguir a leoa.
A sequência foi capturada nos campos Kicheche. Goldstein organiza safáris fotográficos na África, Índia, Antártida e no Ártico.
Os campos no norte do Quênia existem há dez anos praticando o chamado 'turismo responsável', com respeito o meio-ambiente e aos habitantes locais.

Golfinhos aprendem a "andar" sobre a água por diversão, diz estudo

Golfinhos selvagens estão aprendendo naturalmente a "andar" sobre a água na Austrália, em um caso de aparente transmissão de conhecimento destinado à diversão, e não à sobrevivência.
Seis golfinhos já foram vistos no rio Port, em Adelaide, dominando a técnica - que consiste em bater a cauda de forma furiosa, forçando o corpo verticalmente para a superfície.
O comportamento não parece ter qualquer benefício evidente em termos práticos, como a obtenção de alimento, dizem cientistas que trabalham na Sociedade de Conservação das Baleias e dos Golfinhos (WDCS, sigla em inglês).
A descoberta foi feita pelo cientista Mike Bossley, da WDCS, que passou 24 anos estudando os golfinhos que vivem no rio Port. Nos últimos anos, Bossley observou duas fêmeas adultas, batizadas de Billie e Wave, tentando andar sobre a água.
Agora, quatro outros espécimes, incluindo filhotes, foram registrados tentando aprender o truque dos adultos. Eles já foram vistos treinando, embora com menos sucesso.



Golfinhos aprendem a "andar" sobre a água por diversão, diz estudo
Golfinhos aprendem a "andar" sobre a água por diversão, diz estudo
 
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Países fecham acordo histórico na convenção da ONU sobre biodiversidade


Ministro do Meio Ambiente do Japão, Ryu Matsumoto preside sessão da COP-10, a convenção da ONU sobre diversidade
Ministro do Meio Ambiente do Japão, Ryu Matsumoto preside sessão da COP-10, a convenção da ONU sobre diversidade

Representantes de cerca de 200 países fecharam um plano estratégico que prevê a proteção da biodiversidade, em nível global, nesta sexta-feira (sábado de madrugada, no horário do Japão).
No acordo histórico, foram definidos 20 objetivos para deter o ritmo alarmante de desaparecimento das espécies que vivem tanto em terra quanto no mar. 

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Baleias-azuis são vistas no litoral de Los Angeles

Exemplares do maior mamífero do mundo, a baleia-azul, foram avistados pela primeira vez muito próximos da costa de Los Angeles, na Califórnia. Assista ao vídeo:
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Rio é uma das metrópoles com menor emissão de gases do efeito estufa, diz prefeitura

A Prefeitura do Rio lançou nesta sexta-feira a segunda edição do Inventário de Emissões de Gases do Efeito Estufa, que aponta a cidade como uma das metrópoles do mundo que menos produzem esses gases.

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Desmate na Amazônia é 26% menor em 2010, estima ministro

O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, anunciou nesta segunda-feira (9) que o desmatamento total da Amazônia em 2010 deve manter a tendência de queda e ser equivalente a 5.500 km2. Em 2009, o desmatamento atingiu 7.400 km2.
O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa que trouxe os números de desmatamento do Deter, sistema de levantamento do desmatamento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). 
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O fim dos lixões está próximo

O presidente Lula sancionou nesta segunda-feira o projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que traz regras para manejo de lixo e resíduos. A lei tramitou no Congresso Nacional por 21 anos. O objetivo da nova lei é acabar, a longo prazo, com os lixões e obrigar municípios e empresas a criarem programas de manejo e proteção ambiental.
"A lei trata não só de preservação ambiental, como de saúde pública", disse Lula.
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Dispersante de óleo ameaça corais no golfo do México

Populações de corais no golfo do México podem diminuir com o desastre do vazamento de petróleo com a plataforma Deepwater Horizon. Mas por contato não com o óleo, mas com o dispersante químico que se espera acabar com o poluente.
Testes de laboratório apontam que o Corexit 9500A, o dispersante utilizado pela BP para elminar a maior parte do vazamento de óleo da história dos Estados Unidos, impede que larvas de corais se fixem nas superfícies onde geralmente amadurecem.
As larvas, frequentemente do tamanho da cabeça de um alfinete, flutuam no mar antes de se fixar em superfícies como pedras no leito do mar, faces de colinas ou até mesmo velhas torres de petróleo. Leva centenas de anos para uma colônia madura se desenvolver.

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Mesmo verde na seca, Amazônia sofre com mudança de clima

Pesquisadores do Brasil e dos EUA acabam de confirmar que a Amazônia ficou mais verde durante a seca recorde de 2005. Mas isso não quer dizer que a floresta seja mais resistente às estiagens do que se imaginava: mesmo com o esverdeamento, a morte generalizada de árvores pode ocorrer. 
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Transatlânticos em Búzios ameaçam fauna marinha

Uma vistoria realizada nesta segunda-feira (2), em Armação de Búzios, no litoral norte do estado do Rio de Janeiro, revelou prejuízos que vem sendo provocados pela chegada de transatlânticos ao balneário fluminense.
Segundo o presidente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado André Lazaroni, que acompanhou os trabalhos, os técnicos confirmaram que as âncoras dos navios estão danificando o fundo do mar, deixando buracos e quebrando corais. 
Os mergulhadores registraram imagens que serão incluídas em um relatório sobre a degradação da área a ser enviado ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Lazaroni aposta em uma solução que concilie a preservação da fauna marinha com os interesses econômicos de Búzios, que tem o turismo como uma das principais fontes de recursos.
"Estamos preocupados, mas sabemos que também não dá para impedir a vinda de turistas, que é bom para a cidade. A gente está elaborando uma proposta para ser apresentada ao governo do estado e à prefeitura de Búzios para que sejam colocadas boias presas a uma âncora fixa para que navios ancorem afastados, sem arrastar suas âncoras e prejudicar o fundo do mar", disse o deputado.
Lazaroni disse também que vai convocar uma audiência pública para avaliar a implantação de um projeto de ordenamento costeiro em Armação de Búzios. A reunião deve ocorrer ainda este mês na Comissão de Defesa do Meio Ambiente e contará com a presença de pescadores da região e representantes do governo, como técnicos do Inea.

Vivo prepara plano para reduzir gases de efeito estufa


A Vivo concluiu o inventário de sua pegada de carbono. No último ano, a empresa emitiu um total de 15 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e), o que corresponde a cerca de 1,42 tonelada CO2e por funcionário. Esse índice está acima da média brasileira, que está em 1,19 tonelada por habitante, e também das operadoras concorrentes, como a Telefônica (com 0,79 tonelada de CO2e), e a TIM (1,19 tonelada CO2e).
O consultor da Eccaplan, Fernando Beltrame, contratado pela Vivo para fazer o levantamento, atribui a diferença ao fato de as outras operadoras já estarem trabalhando para minimizar os impactos na mudança climática há mais tempo.
Segundo a consultora de sustentabilidade da Vivo, Juliana Limonta, o inventário é o primeiro passo para construir um amplo plano de ação, que deve estar consolidado e validado com a diretoria da operadora até 15 de julho. O objetivo é reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) da empresa, fomentar ações sustentáveis na sua cadeia de negócio (com fornecedores e parceiros) e influenciar boas práticas entre os 55 milhões de clientes. 
A produção do plano será realizada de forma colaborativa, por meio de grupos de trabalhos com funcionários e por meio da Rede Vivo de Sustentabilidade, na qual várias sugestões estão sendo publicadas e debatidas.
Para Tasso Azevedo, consultor especializado em sustentabilidade que também trabalhou no inventário, com base na pegada de carbono, é possível dizer que a cada 109 mil reais faturados pela Vivo, a operadora emite 1 tonelada de CO2e. A média no País, com base do PIB (Produto Interno Bruto) é de 1,5 mil reais por tonelada de CO2e, e a mundial, de 700 dólares (em torno 1,2 mil reais). “A pegada é baixa, mas é possível reduzi-la, talvez até neutralizá-la já no primeiro ano de trabalho”, avalia Azevedo.
As maiores emissões na operadora, diz ele, estão nos transportes, no consumo de energia e de combustíveis. Por exemplo, as estações radiobase (ERBs) e as centrais de comutação e controle (CCC) foram responsável pelo consumo, em 2009, respectivamente, de 414 mil litros e de 154 mil litros de óleo diesel.
Entre os indicadores que poderão ser reduzidos, Azevedo cita 2.069 diárias de veículos alugados e 3 mil trechos voados por profissionais da Vivo durante o ano, que poderiam em parte ser substituídos por tecnologias de vídeo e teleconferências. Com 30 mil colaboradores (12 mil diretos), Juliana apontou a adoção parcial de teletrabalho como outra das alternativas em estudo.
“Vamos reunir as propostas da rede, parametrizá-las, orçá-las e consolidar um plano, definindo metas e prazos de redução das emissões, junto com o investimento necessário para os próximos dois anos”, explica Juliana. “A pegada é pequena, mas a grande oportunidade, realmente, será descobrir formas de mobilização da sociedade para o tema.” Por exemplo, Azevedo lembrou a possibilidade de se desenvolver, no celular, uma calculadora de pegada de carbono para o assinante acompanhar suas próprias emissões de GEE; ou, simplesmente, diz Juliana, ampliar o uso da consulta às contas telefônicas online (dispensando a emissão do boleto impresso), o que já está disponível no site ou por SMS. “A Vivo tem 55 milhões de clientes, dos quais 10 milhões pós-pagos, mas essa prática tem pouquíssima adesão.”
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